O Ministério da Economia chamou para si a mediação de um debate entre
pequenas empresas de pagamento e grandes credenciadoras e bandeiras a
respeito da exigência de informações de clientes e apresentação de garantias. O assunto foi tratado em reunião entre as partes na última sexta-feira, mas um novo encontro virtual está marcado com mais participantes, incluindo o Banco Central.
Na reunião, tratou-se de queixa protocolada no regulador pela Associação Brasileira Online to Offline (ABO2O), que representa marketplaces e subcredenciadoras, empresas que usam o sistema das credenciadoras para fazer suas transações mediante o pagamento de uma taxa. Segundo o Valor informou, a associação reclama da suspensão unilateral da linha de antecipação de recebíveis, exigências de informações sensíveis dos clientes e pedido excessivo de garantias por parte da Cielo, credenciadora líder no país.