O Google acaba de lançar uma nova função para consumidores pedirem comida. Por meio do Maps, qualquer um poderá pedir uma refeição pelo celular. Junto com a gigante de tecnologia, vimos a B2W comprar o Supermercado Now, a Magazine Luiza adquirir o Aiqfome e a 99 lançar sua solução de delivery. De outro lado, temos o iFood oferecendo produtos de farmácia, a Rappi lançando jogos eletrônicos, o Banco Inter oferecendo itens do varejo, o Whatsapp lançando meio de pagamento e o Mercado Livre avançando com suas soluções de logística.
O que está por trás desses movimentos? Por que o banco quer oferecer geladeira, a empresa de eletrodomésticos quer entrar na alimentação e o comércio eletrônico quer se tornar instituição financeira? A resposta passa pelo entendimento do funcionamento das plataformas digitais e do conceito de Superapp.
Segundo o dicionário, um dos significados possíveis para a palavra “plataforma” é uma superfície plana, horizontal, sobre a qual se assentam qualquer objeto. Se uma empresa reúne demandantes e ofertantes por meio eletrônico, temos uma plataforma digital. São tecnologias que conseguem colocar em um mesmo local muitos vendedores e consumidores. E, por meio desses dados, essas empresas de tecnologia conseguem otimizar transações, customizar serviços e criar novas verticais de negócio.
Confira o artigo completo:
https://forbes.com.br/forbes-collab/2020/09/vitor-magnani-por-que-apps-de-comida-redes-sociais-e-bancos-digitais-serao-concorrentes/
Artigo publicado na Forbes em 21/09/2020